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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Quando se tenta transformar mentiras em verdades

Detesto pessoas mentirosas e falsas. É para elas que vão estas frases. Tudo isto porque se aproxima um momento importante na vida do clube da minha terra, do meu coração: a União Desportiva de Belmonte. Que tem eleições marcadas para dia 7 de Junho, à noite.


Desde que acabou o campeonato de seniores, e desde que foram afixadas as convocatórias para a Assembleia Geral, todos os dias tenho ouvido histórias de listas, de nomes, de possíveis candidatos a presidente, até de futuros treinadores, sem ligar muito a isso. Já tenho tantos anos disto que, muitas vezes, ouvi que desta avançam estes e aqueles, coisas que nunca se concretizaram. Até porque pegar na União, nos últimos anos, era tarefa de gente de trabalho, coragem e muito voluntariado. Não tarefa de quem se queria notabilizar…. Hoje, a UDB é um clube muito mais apetecível e por isso todo este burburinho. Tem as camadas jovens todas, usufrui de um bom espaço de trabalho, tem, de há dois anos a esta parte, uma boa equipa de séniores, com 90 por cento “prata da casa” e não tem dívidas. Logo….

Deixaria passar tudo isto em claro, sem me pronunciar, se não me sentisse atingido na minha honra e dignidade. Mas sinto. Quando o meu nome passa a ser utilizado em pré-campanha, isso já é pessoal. Daí que queira explicar umas coisas:

- Há 14 anos que treino de forma GRATUITA equipas da UDB. Comecei com as escolinhas, passei para os infantis, iniciados, juvenis e há dois anos saltei para os seniores. NUNCA recebi um tostão, ao contrário do que por aí se diz para me desacreditarem. Caso o precisem de confirmar, penso que é só verificar as contas do clube. Tudo o que tenho é fruto de trabalho que não o futebol, que foi sempre, para mim, um hobby, lazer, prazer. Um passatempo no qual PERDI DINHEIRO, isso sim. Basta dizer que tirar um curso de treinador, há alguns anos, custou-me mais de 100 CONTOS. SEM NUNCA TER GANHO NADA, PAGO POR MIM, DO MEU BOLSO!!!!!

- No final da época disse para as rádios que era minha intenção sair. E isso foi logo aproveitado por gente sem escrúpulos. Ter a intenção não é a mesma coisa que sair. Sempre disse, e digo, que queria um projecto mais ambicioso, exigente e responsável na UDB. Porque acho que há potencial para isso. E assim, com essas condições, ficar no clube seria prioridade para mim. Mas só assim, e não com a ideia de “andar no futebol por andar”. Com objectivos, sim.

- É FALSO que esteja comprometido com qualquer outro clube. Nem Pedrógãos, nem ADE, nem Carcavelinhos, nada. É pura mentira. Mas já me foi perguntado por muita gente, inclusive alguns dos atletas que treinei nestas duas épocas, que me perguntaram directamente, tal a confiança que temos uns nos outros, e a abertura ao diálogo que sempre tive.

- É MENTIRA que esteja incluído em qualquer lista aos órgãos sociais da UDB. FALSO. Não integro lista alguma. A integrar, teria que ser com alguém da minha confiança, alguém em quem acredito. Só aceitaria isso, e em cargos menores (pois não quero visibilidade nem a minha vida profissional me o permite, para já) se a lista fosse credível.

- Quero, de forma explícita, deixar o MEU APOIO ao meu amigo José Robalo pelo excelente trabalho que fez nestes últimos quatro anos na UDB.



Para que não restem dúvidas, e haja menos conversa e “desinformação” de café!!!!

terça-feira, 7 de maio de 2013

Sétima melhor classificação de sempre

Ao longo dos seus mais de 40 anos de história, a UDB já teve várias fases. De andar pela segunda distrital. De andar pela primeira. De lutar pelo título. De subir à 3ª. De descer de lá. De desistir do futebol sénior. De regressar na segunda. De regressar na primeira. Enfim, várias décadas de história, com muitos atletas, muitos dirigentes, muitos treinadores. Com a fase das vacas gordas, em que toda a gente ganhava dinheiro. E a fase das vacas magras, como agora, em que ninguém ganha nada.
Fazendo uma retrospectiva, e já que há quem queira falar em resultados, numa pesquisa por mim efectuada, pois como sabem, estou a escrever um livro sobre o clube, verifiquei que a classificação deste ano foi a 7ª melhor dos mais de 40 anos de hsitória da UDB. Estamos a falar de futebol sénior.
Melhor, só mesmo nos anos 83/84, 85/86 e 93/94 (campeão distrital), 82/83, 91/92 e 92/93 (vice campeão) é que se conseguiram melhores resultados. Foram as épocas de aposta, de subida à terceira, descida, de dinheiro a potes para pagar a brasileiros, senegaleses, etc.... com os resultados económicos e desportivos que se sabem. Conclusão: uma das equipas mais baratas da história da UDB conseguiu uma das melhores classificações de sempre.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Distrital: vencedores e vencidos



Terminou mais um distrital de Castelo Branco que teve, como grande vencedor, o Águias de Moradal, do Estreito. Que ainda conseguiu juntar a Taça de Honra ao campeonato, no último domingo. A minha análise à prova e às equipas. Que não espero que todos concordem. Que suscitará discussão, críticas. Mas que é aquilo que penso.

1º Moradal
Confesso que esperava uma vitória mais avassaladora, no distrital. Um pouco à luz do que fizera o Sernache. Mas foi mais difícil do que se previa. Com a manutenção de muitos dos que estavam na temporada anterior, o Moradal era para mim o claro favorito. Porque lhes juntara jogadores como Tony (o melhor do distrital) ou Oleh (grande guardião), e em Janeiro, Rabat. Mas a tarefa complicou-se sobretudo devido a um Alcains que foi crescendo e devido a uma comprometedora derrota em casa com o Oleiros. Acabou, depois, por beneficiar do empate do Belmonte em Alcains para rumar ao título. Que é justo, diga-se. Termina com 14 vitórias, três empates e apenas uma derrota. A defesa menos batida do campeonato e o melhor jogador, na minha opinião: Tony. Para outros campos que não os do distrital.

2º- Alcains
Já esperava um grande Alcains, este ano. As 17 aquisições assim o previam. Andriaça, um controverso mas bom técnico, escolheu a dedo os que queria para atacar a subida. Mas, ao fim de contas, o Alcains acabou por ser o grande derrotado. Não chegou às meias-finais da Taça e no campeonato, perdeu-o em casa, a três jornadas do fim, com um inesperado empate. Com um plantel de luxo. Resta o consolo de ter tido o melhor ataque (60 golos), que contudo foram insuficientes. Teve mais um empate que o Moradal. E foi esse que fez a diferença. Tem bases mais que suficientes para ser o candidato nº1 na próxima temporada.

3º- ADE
Outro dos derrotados. O seu presidente, Vítor Rebordão, assumiu, desde cedo, que o clube estaria na luta pela subida. Mas também desde cedo se viu que a equipa não o iria conseguir. Recuperou o terceiro lugar na penúltima jornada, caiu nas meias-finais da Taça e, diga-se, esteve longe dos objectivos traçados. Quatro derrotas e cinco empates obstaram que houvesse mais ADE neste campeonato.

4º Belmonte
Um dos vencedores. Sem dúvida. Melhorou significativamente o oitavo lugar da época passada. Andou sempre entre os melhores e teve a hipótese mesmo de ser terceiro. Uma equipa jovem, com muitos atletas de formação e que recuperou alguns atletas que estavam esquecidos no distrital. Foi determinante na decisão do título, ao empatar em Alcains. Uma equipa a custo zero (ninguém recebe nada), com um orçamento inferior a qualquer outra das equipas do distrital.
Na Taça, não foi feliz. Depois da final, no ano passado, só ganhou dois encontros. E perdeu cinco sempre pela margem mínima (1-0). Podia ( e devia) ter feito mais.

5ª- Atalaia do Campo
Não fosse a final da Taça de Honra e diria que seria uma autêntica desilusão. O seu técnico desde cedo disse que a Atalaia é sempre candidata ao título. Mas logo se viu que não, apesar dos muitos valores individuais que tem. A juventude foi sempre invocada como causa para o insucesso, mas valha a verdade, a Atalaia tinha muita gente já experimentada do distrital (Roque, Chasqueira, Tiago Ramos, Manuel, Ricardo Costa, David Marques, Carlitos, Hugo Brito, etc) e os jovens que tem são da primeira linha em termos de qualidade (Duarte, Leandro, Gregory, …). Podia ter feito muito melhor.

6º- Proença
O Proença foi, como é costume, uma equipa de altos e baixos. Este ano, em casa, não foi tão sólido e isso reflectiu-se na classificação final. Uma equipa à imagem do Belmonte, em que se treina só quando se pode, onde se junta experiência a irreverência (Suisso é um caso disso), mas que, este ano, esteve abaixo do que poderia fazer.

7º- Oleiros
Outro dos derrotados. Todos os anos, o Oleiros apresenta-se como possível candidato que dá em nada. Apostou num técnico vitorioso, Filipe Avelar, que contudo teve dificuldades em criar uma equipa, que só começou a mostrar maior coesão na segunda volta. Foi o que valeu para, pelo menos, atingir as meias-finais da Taça de Honra. Pouco, para orçamentos tão grandes.

8º- Teixosense
O vencedor do pelotão dos últimos. Tó Real teve de novo uma equipa jovem, como a do Belmonte, que nada ganha e não conseguiu melhor que ficar à frente de Pedrógão e Ródão. Aos poucos, o plantel foi-se dizimando e, valha a verdade, andar cá para trás, a treinar em pelados, hoje, já não motiva ninguém.

9º- Pedrógão
O Pedrógão foi aquilo que se esperava. Uma equipa incómoda no seu terreno, uma equipa muito frágil fora de portas. Aqui, nem os prémios de treino ou jogo resultaram. Apesar de ter alguns bons valores, fez aquilo que era mais ou menos expectável, depois de muitos anos de “vacas gordas”, com orçamentos quase milionários que também não deram títulos.

10º- Ródão
O Vila Velha de Ródão acabou por cair, na última jornada, para o último lugar. Uma equipa que, contudo, tinha bons princípios de jogo, mas em que também a disponibilidade para treinar, ao que se sabe, não era muita. Foi também uma equipa que cedo se viu poderia andar na parte baixa da tabela, mas que possui condições (estádio) muito boas, para se fazer um bom trabalho. 

Agora, tendo em conta que todos os anos a AFCB nomeia os melhores do ano, deixo a minha sugestão.

Melhor treinador de formação: Não tenho opinião formada sobre o assunto. No entanto, Micas (ADE) está a fazer uma boa temporada; o técnico dos iniciados da ADE que estão no Nacional também; e o Frederico Dias, dos juniores do Covilhã, penso que também é uma boa escolha.

Melhor treinador de futsal sénior: A nível nacional, não há dúvidas que tem que ser Joel Rocha; no distrital, Carlos Amoroso é o meu eleito.  

Melhor atleta de formação de futsal: Não acompanho, não tenho opinião formada.

Melhor atleta sénior do distrital: Difícil escolha….. Mas apostava no Carapito (Cariense).

Melhor atleta de futsal feminina: Terá que ser da CB Belmonte. A minha eleita é a Liliana Soares. 


Melhor treinador futebol sénior:
Aqui, no nacional, João Sousa do Sertanense, está à cabeça, tal como Ricardo António (BC Branco). No distrital, João Laia (Moradal). Porque não posso ser eu, que nada ganhei, senão….

Melhor atleta de formação de futebol:
Para mim, no distrital, os mais jovens que mais deram nas vistas foram Suisso (Proença) e, Hugo Geraldes e Marco Cariano (Esperança), do Belmonte.

Melhor atleta sénior de futebol distrital:
Tony (Moradal). E não há mais escolhas.

Melhor atleta sénior de futebol dos campeonatos nacionais: Apostava em João Afonso, do BC Branco; Moreira (Covilhã) e Álvaro (BC Branco).

Melhor dirigente Desportivo: Aqui, o meu voto vai para Aníbal Antunes (Estreito). Ou o Farinha, do Sertanense. E também o nosso Zé Robalo, que recuperou o Belmonte, da crise financeira e conseguiu uma boa equipa de seniores. Sem dinheiro.

Melhor árbitro de futebol: Hélio Tavares

Melhor árbitro de futsal: Desconheço.



quarta-feira, 24 de abril de 2013

Quarto lugar... mais que justo

A UDB terminou, no passado domingo, a sua participação no distrital de séniores com uma vitória por 1-0 frente à Atalaia do Campo. O quarto lugar final é uma classificação mais que justa e um orgulho imenso para mim, já que o nosso orçamento era o mais baixo de todas as equipas que participavam no distrital.
Sobre o jogo, uma vitória sem espinhas. Nem por uma única vez a Atalaia criou oportunidades de golo. Já nós, depois do 1-0, poderíamos por mais que uma vez ter ampliado, mas não fomos eficazes na finalização. O golo foi de Pereira, de grande penalidade, aos 50 minutos, a castigar uma falta na área sobre Hugo Geraldes.
Fazendo um balanço da época, só posso estar satisfeito. Melhorámos significativamente o oitavo lugar da época passada e durante muito tempo pensámos mesmos no terceiro lugar, que nos fugiu na penúltima jornada, num jogo pouco conseguido no Teixoso. Porém, andámos sempre no grupo da frente, batemo-nos de igual para igual com quem paga muito bem aos seus jogadores e treinadores. Ficámos, inclusive, à frente de equipas como a Atalaia, Proença e Oleiros, que também pagam bem aos seus plantéis. Uma equipa que só joga por amor à camisola....
A época começou mal. Não esqueço todos os que, por todos os meios, quiseram destruir a equipa da UDB. É também para eles esta classificação. Começámos quase sem plantel, fomos equilibrando, recebemos algumas mais-valias, que outros não quiseram, e promovemos mais alguns jovens da formação. Correu muito bem e, quem diria, ainda fomos nós que, a três jornadas do fim, decidimos o título com um empate em Alcains. Fomos quase sempre falados pela positiva, pelo trabalho feito.
Na Taça de Honra, não estivemos bem. Perdemos cinco jogos por 1-0. Penso que a derrota na ADE, à terceira ronda, num jogo em que poderíamos ter goleado, teve grande peso nesta competição, que volto a dizer, nunca foi prioridade. Era, isso sim, melhorar a classificação obtida na época anterior. E isso foi conseguido.
Quanto ao futuro, dizer que a UDB vai continuar a ter seniores. Isso mesmo foi garantido no domingo, ao plantel, pelo presidente do clube. Desejo as maiores felicidades, pois não é minha intenção (como disse no início da época) continuar. Porque, por vários motivos, acho que já dei muito ao clube. Foram 14 anos de treinador, a custo zero. Quem é que faz isto? Mais: a UDB, pela sua história, comigo, teria que apostar, para o ano, num projecto mais ambicioso. A isso obriga esta classificação. Mas sem meios financeiros, é difícil exigir mais a atletas e treinadores. E sei que a UDB não tem esses meios. Porque, para mim, a aposta teria que passar por maior exigência e responsabilidade de todos, porque o meu sonho era, sem dúvida, lutar por uma classificação de top, com um plantel quase 100 por cento da casa, e um ou outro reforço. Porque o concelho tem jogadores para isso. Mas, costuma-se dizer, sem ovos, não se fazem omeletes.
Por fim, desejar a todos os que nos apoiaram, e sobretudo, à direcção e aos jogadores, as maiores felicidades. Porque SOMOS MESMO GRANDES!!!!!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Erros e má fortuna

Na penúltima jornada da Liga Covifil, a UDB comprometeu no Teixoso. Perdeu por 2-1 e perdeu também o 3º lugar que ocupava há várias semanas. Não era uma obsessão, mas era um objectivo que falhámos.
Fizemos uma péssima primeira parte. Que deu em dois golos de desvantagem. Apanhámos também uma má arbitragem, que nos prejudicou, sobretudo com a rídicula expulsão do Mário Pina. Jogámos quase toda a segunda parte com 10, ainda marcámos um golo e na parte final enviámos uma bola à trave. Não sanemos jogar em pelado, essa é que é. Não nos demos nunca bem com isso, este ano. Mas deveríamos ter feito mais. Paciência. Tentar terminar o campeonato de forma digna, e o melhor classificado possível. Seja qual for o final, o balanço é positivo.

PS: Há muitos anos que não estava num campo onde se pratica tanto anti-jogo. Toda a segunda parte a queimar tempo. Jogadores amarelados por isso, bolas que saem e não entram, e até, veja-se o cúmulo, uma substituição em que se indica, na placa, o jogador que entra, mas não o que sai, retardando mais um pouco a mesma. Não é essa a minha praia. Não é essa a minha ideia de futebol. Assim, não se evolui. Diga-se que, olhando à classificação, cada um tem o que merece.

quinta-feira, 28 de março de 2013

O meu “bem-haja”

Antes de mais, o meu “bem-haja”, à boa maneira beirã. A dois amigos, atletas, que comigo partilharam balneário enquanto jogadores e que quis o destino que anos mais tarde o voltassem a partilhar, tendo tido o privilégio de os orientar como treinador. A UDB assinalou de forma justa (é assim que deve proceder sempre no futuro) o final de carreira do Ruizito e Dani. Foi entregue uma medalha aos dois atletas, que apesar dos poucos treinos, foram titulares frente ao Teixosense no último jogo da Taça de Honra (Dani jogou o encontro todo). A saída do Rui, aos 25 minutos, é algo que recordarei sempre. Emocionado, a beijar o símbolo do clube e o relvado. Nunca mais vou esquecer…


Quanto ao jogo em si, em que mudámos bastante a equipa, na primeira parte foi mau. Na segunda, melhorámos, e marcámos logo no início, numa grande penalidade (justa) convertida pelo Pereira. Depois, aos 67 minutos, fizemos o 2-0. Um passe a rasgar do júnior João Moutinho (boa exibição) e um defesa contrário a fazer auto-golo. Em cima do fim do jogo, o terceiro, por Hugo Geraldes, que em velocidade, pela direita, rompeu na área e de pé esquerdo fez o golo, após flectir para o meio. De lamentar apenas a lesão do Velho, já a acabar.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Taça pra esquecer

A UDB perdeu de novo, no passado domingo, na Taça de Honra (penúltima jornada) pelo resultado mais vezes registado nesta competição (5 vezes): 1-0, em Pedrógão.
Num jogo sem interesse, já que não se podia apurar, a UDB aproveitou as muitas ausências de atletas importantes para lançar mais alguns jovens, entre os quais três juniores (João Moutinho, Tiago Robalo e Nero). Na primeira parte, quando o enlameado de Pedrógão ainda estava razoável, a UDB foi superior, trocou bem a bola e pelos pés de Carvalheira teve duas soberanas oportunidades para marcar (um dos remates foi ao poste). Do lado contrário, nada.
Na segunda parte, com o terreno mais pesado, as dificuldades aumentaram e a UDB viria mesmo a sofrer um golo aos 80 minutos, num contra-ataque rápido concluído por Di Mauro.
Um jogo de duas partes distintas, onde o mais interessante foram mesmo os 65 m que João Moutinho e Tiago Robalo actuaram (foram os dois titulares) e os muito bons 25 minutso do Nero.