A crónica a este jogo, antes de mais, passa pela análise a certos comportamentos de alguns anormais, que, infelizmente, são sabem o que significam as palavras civismo, educação e respeito. Gente pouco instruída, que se julga muito sabedora, mas que infelizmente não passam de energúmenos (quem não sabe o que quer dizer, consulte um dicionário, que não dou aulas de borla) da sociedade.
Os insultos de que foi alvo, no passado domingo, um atleta da UDB, no campo de jogos 23 de Maio, na Atalaia do Campo, não são dignos de uma sociedade do século XXI. Ver um jogador dizer-me: “Atenção, Miguel, que vou sair do campo. Hoje não jogo mais”. Ir para o balneário completamente abalado e em lágrimas. Ter que fazer uma substituição forçada para o resguardar de tudo isto, quando até estava a jogar bem. Foram, para mim, momentos marcantes do jogo de domingo. Mas houve mais.
A UDB perdeu por 1-0, em jogo da Taça de Honra. E terá hipotecado definitivamente as hipótese de seguir em frente (só mesmo com um milagre). Mas tudo isto perdeu importância face ao que sucedeu. Num mau jogo de futebol, de ambas as partes, mas mais uma vez disputado intensamente, no primeiro tempo a Atalaia teve duas boas oportunidades de golo, em dois erros defensivos da UDB. Paulinho resolveu nas duas ocasiões.
No segundo tempo, a Atalaia marcou aos 60 minutos, por Flávio. Um lance de contra-ataque da Atalaia, com Paulinho a sair da área e a defender a bola com as mãos, segundo o árbitro. Segundo o atleta, não. De todo o modo, benefício da dúvida para o árbitro. Expulsão do nosso guardião e no livre, golo, com um Dani ainda frio (jogou os primeiros minutos este ano), a não conseguir tirar a bola da baliza. Agora cinco minutos depois, não houve um critério idêntico. O campo voltou mais uma vez a inclinar para os da casa. Carvalheira, isolado por Velho, na direita, é tocado pelo guardião contrário na grande área, quando tenta fintá-lo. Não cai, mas é desequilibrado. Não cai, porque, segundo o próprio, teve medo de ver um segundo amarelo caso o árbitro considerasse simulação. Mas o toque é mais que evidente. Desta vez, até o senhor da Rádio o disse em directo. Tinha que ser penálty e cartão vermelho. Não foi. Duas medidas diferentes para duas equipas muito iguais. O Belmonte não desistiu, teve dois lances de golo quase cantado, mas não conseguiu empatar. De todo o modo, mais uma vez, grande atitude. Parabéns malta. Voltaram a mostrar da fibra de que são feitos. Desengane-se quem pensar que assim nos vão fragilizando. Só nos dão é mais força!!!!
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Vitória da atitude
A UDB ganhou no passado domingo, por 1-2, no terreno da ADE, em seniores, e subiu ao quarto lugar da classificação. Esta foi a primeira derrota caseira da turma covilhanense.
Foi um triunfo de uma equipa com muita atitude, garra e querer. A ADE dominou, criou mais situações de golo, na primeira parte, mas a UDB foi mais eficiente, desta vez. Debaixo de forte chuva e vento, a UDB, que esteve privada de muita gente que por lesão, quer por motivos profissionais (Gilmar, Hugo Geraldes, João Sousa, João Costa e Paivinha, entre outros), marcou primeiro, aos 15 minutos. Lance iniciado por Mário, assistência de Ricardo Sousa e Velho, fora da área, a fazer um grande golo. A ADE empatou pouco depois, aos 22 minutos. Um livre de Cordeiro com Mário Pina a trair Paulinho com um autogolo. Mas a UDB não esmoreceu e acabou por fazer o 1-2 por Carvalheira.
Na segunda parte, a ADE dominou, apostou no futebol directo, mas a UDB, bem organizada, manteve três pontos importantes nesta fase do campeonato.
Para a semana, há taça de honra, fora, no terreno da Atalaia.
Foi um triunfo de uma equipa com muita atitude, garra e querer. A ADE dominou, criou mais situações de golo, na primeira parte, mas a UDB foi mais eficiente, desta vez. Debaixo de forte chuva e vento, a UDB, que esteve privada de muita gente que por lesão, quer por motivos profissionais (Gilmar, Hugo Geraldes, João Sousa, João Costa e Paivinha, entre outros), marcou primeiro, aos 15 minutos. Lance iniciado por Mário, assistência de Ricardo Sousa e Velho, fora da área, a fazer um grande golo. A ADE empatou pouco depois, aos 22 minutos. Um livre de Cordeiro com Mário Pina a trair Paulinho com um autogolo. Mas a UDB não esmoreceu e acabou por fazer o 1-2 por Carvalheira.
Na segunda parte, a ADE dominou, apostou no futebol directo, mas a UDB, bem organizada, manteve três pontos importantes nesta fase do campeonato.
Para a semana, há taça de honra, fora, no terreno da Atalaia.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Vitória da atitude
A UDB venceu no passado domingo, em casa, o Proença-a-Nova por 4-2, em jogo da 11ª jornada do distrital de Castelo Branco, mantendo assim o quinto lugar na tabela, mas alargando o fosso em relação aos seus mais directos perseguidores.
Foi um bom jogo de futebol. A UDB, com alguns problemas de lesões, doença e indisponibilidade profissional, fez algumas alterações, mas entrou bem no jogo e marcou aos 13 minutos, num livre superiormente marcado por Carvalheira. A sete minutos do fim da primeira parte fez o 2-0. Um lance na esquerda, de João Sousa, cruzamento para o lado contrário onde Mário Pina, sem deixar cair a bola, fuzilou. Poré, dois minutos depois, na sequência de um canto, o brasileiro Rodrigo, de cabeça, sem marcação, reduziu para 2-1.
Na segunda parte, já sem Gilmar (lesão muscular) e com Hugo Geraldes (que também sairia por lesão muscular), este jogador, após passe de João Sousa, fez o 3-1. Mas mais uma vez, no minuto seguinte, o Proença reduziu, pela cabeça de Suisso. Até final, destaque para uma grande defea de Paulinho, alguns lances em que a UDB, por Velho e João Costa, poderia ter matado a partida, o que viria a fazer aos 90 minutos, em mais um golo de grande classe de Carvalheira, após passe de Mário Pina.
Para a semana, deslocação à ADE, onde a UDb pode, realisticamente, lutar por uma vitória e subida ao quarto lugar.
Foi um bom jogo de futebol. A UDB, com alguns problemas de lesões, doença e indisponibilidade profissional, fez algumas alterações, mas entrou bem no jogo e marcou aos 13 minutos, num livre superiormente marcado por Carvalheira. A sete minutos do fim da primeira parte fez o 2-0. Um lance na esquerda, de João Sousa, cruzamento para o lado contrário onde Mário Pina, sem deixar cair a bola, fuzilou. Poré, dois minutos depois, na sequência de um canto, o brasileiro Rodrigo, de cabeça, sem marcação, reduziu para 2-1.
Na segunda parte, já sem Gilmar (lesão muscular) e com Hugo Geraldes (que também sairia por lesão muscular), este jogador, após passe de João Sousa, fez o 3-1. Mas mais uma vez, no minuto seguinte, o Proença reduziu, pela cabeça de Suisso. Até final, destaque para uma grande defea de Paulinho, alguns lances em que a UDB, por Velho e João Costa, poderia ter matado a partida, o que viria a fazer aos 90 minutos, em mais um golo de grande classe de Carvalheira, após passe de Mário Pina.
Para a semana, deslocação à ADE, onde a UDb pode, realisticamente, lutar por uma vitória e subida ao quarto lugar.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Erros pagam-se muito caros.....
A UDB complicou, no passado domingo (e de que maneira) as hipóteses de marcar presença nas meias-finais da Taça de Honra José Farromba. No quarto jogo desta competição, perdeu por 1-0 no Teixoso. (É a terceira derrota na Taça por 1-0). E baixou ao último lugar do grupo. Embora matematicamente as hipóteses estejam intactas (estamos a três pontos do segundo), a verdade é que as coisas se complicaram muito.
Na primeira parte, o jogo foi muito disputado a meio-campo. A UDB teve algum ascendente mas nas boas jogadas que realizou nunca deu bom seguimento. Na segunda parte, depois de 15 minutos iniciais com duas boas oportunidades para a UDB, o Teixosense passou a dominar, embora sem criar demasiado perigo. Até que, a 10 minutos do fim, num erro infantil, o Teixosense marcou. Um lançamento de linha lateral, a nosso favor, junto à nossa área, e a tentação de sair da jogar, com o lançamento a ser efectuado para o meio. Perda de bola e golo dos da casa. Mais grave, para mim: não reagimos como o deveríamos ter feito nos últimos minutos e só por uma vez assustámos a defesa contrária. Não gostei. E não gostei mesmo nada da falta de atitude de alguns. Comigo só têm um caminho: banco!!!!
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Roubados
Não há meias palavras para dizer o que se passou no último domingo na Atalaia do Campo. Assumo aquilo que digo e se tiver que pagar por isso, que seja. Fomos roubados. Tão simples quanto isso.
Na última jornada da primeira volta, do distrital sénior, o jogo na Atalaia afigurava-se complicado. De todo o modo, a UDB teve sempre as operações controladas. O jogo foi mal jogado, mas muito intenso e lutado. Ocasiões de golo, muito poucas de parte a parte. Logo aos 10 minutos, primeira contrariedade para a UDB. João Sousa leva uma pancada e tem que sair. Aos 22 minutos, nova contrariedade. Num lance de futebol aéreo, Mauro é atingido na cabeça pelo cotovelo de um adversário. Cabeça partida e nova substituição forçada. Começou o festival do árbitro, que nem falta assinalou. nem tão pouco mostrou cartão. Depois, começou o festival do pedido de penáltys. Cada vez que a bola entrava na área da UDB, pedia-se penálty. Houve, inclusive, o capitão da Atalaia que passou o jogo todo a pressionar, a criticar e falar mal do árbitro, com má educação, mas que apenas viu um amarelito a meio da primeira parte. O mesmo jogador que partiu a cabeça ao Mauro. E que inclusive viu alguns colegas de equipa a mandarem-no calar.... Na primeira parte, pouco a dizer. Um remate de Mário, por cima da baliza contrária, e uma defesa de Paulinho a cabeceamento de Flávio. Não houve mais nada.
No segundo tempo a Atalaia pressionou, mas sempre com um futebol directo e que raramente incomodou o Belmonte. Paulinho não fez uma defesa. Até que, ao minuto 75, o árbitro resolveu a partida. Assinalada uma grande penalidade fantasma, com alegada falta de um defesa do Belmonte a um adversário que até estrava atrás dele, após cruzamento para a área. Foi ele que se atirou para cima do nosso defesa. A falta, a haver, teria que ser ao contrário. Mas assim não entendeu este mau árbitro, que assinalou penálty. Era o 1-0 para os locais, por Ricardo Costa. A UDB não desistiu. Foi à procura do prejuízo, pressionou, e a quatro minutos do fim, não teve sorte, quando na sequência de um livre Velho atirou à trave.
De todo o modo, grande atitude e carácter da minha equipa durante o jogo todo. E um conselho ao Conselho de Arbitragem: cuidado com as nomeações. E não nos mandem nunca mais esta criatura.....
Na última jornada da primeira volta, do distrital sénior, o jogo na Atalaia afigurava-se complicado. De todo o modo, a UDB teve sempre as operações controladas. O jogo foi mal jogado, mas muito intenso e lutado. Ocasiões de golo, muito poucas de parte a parte. Logo aos 10 minutos, primeira contrariedade para a UDB. João Sousa leva uma pancada e tem que sair. Aos 22 minutos, nova contrariedade. Num lance de futebol aéreo, Mauro é atingido na cabeça pelo cotovelo de um adversário. Cabeça partida e nova substituição forçada. Começou o festival do árbitro, que nem falta assinalou. nem tão pouco mostrou cartão. Depois, começou o festival do pedido de penáltys. Cada vez que a bola entrava na área da UDB, pedia-se penálty. Houve, inclusive, o capitão da Atalaia que passou o jogo todo a pressionar, a criticar e falar mal do árbitro, com má educação, mas que apenas viu um amarelito a meio da primeira parte. O mesmo jogador que partiu a cabeça ao Mauro. E que inclusive viu alguns colegas de equipa a mandarem-no calar.... Na primeira parte, pouco a dizer. Um remate de Mário, por cima da baliza contrária, e uma defesa de Paulinho a cabeceamento de Flávio. Não houve mais nada.
No segundo tempo a Atalaia pressionou, mas sempre com um futebol directo e que raramente incomodou o Belmonte. Paulinho não fez uma defesa. Até que, ao minuto 75, o árbitro resolveu a partida. Assinalada uma grande penalidade fantasma, com alegada falta de um defesa do Belmonte a um adversário que até estrava atrás dele, após cruzamento para a área. Foi ele que se atirou para cima do nosso defesa. A falta, a haver, teria que ser ao contrário. Mas assim não entendeu este mau árbitro, que assinalou penálty. Era o 1-0 para os locais, por Ricardo Costa. A UDB não desistiu. Foi à procura do prejuízo, pressionou, e a quatro minutos do fim, não teve sorte, quando na sequência de um livre Velho atirou à trave.
De todo o modo, grande atitude e carácter da minha equipa durante o jogo todo. E um conselho ao Conselho de Arbitragem: cuidado com as nomeações. E não nos mandem nunca mais esta criatura.....
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Folgado
A UDB alcançou no passado domingo, em casa, a sua primeira vitória na Taça de Honra, na quarta jornada da competição. Uma vitória por 4-1 sobre o Pedrógão, inquestionável e justa.
A UDB começou com várias contrariedades. Aos 10 minutos uma lesão muscular do Gilmar obrigou logo a uma substituição. Depois, aos 23, num canto, Di Mauro marcou para o Pedrógão. A UDB respondeu bem e depois de Hugo Geraldes enviar uma bola à trave, numa boa jogada, Esperança, de cabeça, empatou a partida. O empate era o resultado ao intervalo.
Na segunda parte, o domínio da UDB foi avassalador. Mandou mais uma bola ao poste, por Hugo Gerlades, que acabaria por ser derrubado dando origem a um penálty que Bruno Pereira aproveitou para fazer o 2-1. Três minutos mais tarde, Mário Pina fez o 3-1 após bom cruzamento de Hugo Geraldes. O 4-1 chegou já no final, numa boa jogada colectiva, com Sousa a desmarcar João Costa que, já na área, fuzilou o guardião contrário. A lamentar uma picardia entre Joel e um atleta do Pedrógão, que acabou por dar numa expulsão do nosso central.
A UDB começou com várias contrariedades. Aos 10 minutos uma lesão muscular do Gilmar obrigou logo a uma substituição. Depois, aos 23, num canto, Di Mauro marcou para o Pedrógão. A UDB respondeu bem e depois de Hugo Geraldes enviar uma bola à trave, numa boa jogada, Esperança, de cabeça, empatou a partida. O empate era o resultado ao intervalo.
Na segunda parte, o domínio da UDB foi avassalador. Mandou mais uma bola ao poste, por Hugo Gerlades, que acabaria por ser derrubado dando origem a um penálty que Bruno Pereira aproveitou para fazer o 2-1. Três minutos mais tarde, Mário Pina fez o 3-1 após bom cruzamento de Hugo Geraldes. O 4-1 chegou já no final, numa boa jogada colectiva, com Sousa a desmarcar João Costa que, já na área, fuzilou o guardião contrário. A lamentar uma picardia entre Joel e um atleta do Pedrógão, que acabou por dar numa expulsão do nosso central.
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